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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Série Grace e Frankie

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Conheci recentemente a série Grace e Frankie. Não lembro exatamente o porquê de ter adicionado a série à minha lista da Netflix, mas já estava há alguns meses. Daí comecei a assistir e gostei logo de cara. No início pensei que seria uma série chata e dramática sobre velhinhos, mas fui muito pega de surpresa, pois é uma série muito engraçada, bem feita e alto astral.

Criada por Marta Kauffman, Howard J. Morris, a série estreou em 2015 e tem três temporadas na Netflix. Já vi as três e estou apaixonada pelas velhinhas fofinhas cujo os nomes dão título a série. No elenco estão  Jane Fonda (Grace), Lily Tomlin (Frankie), Sam Waterston, entre outros. A série americana de comédia traz a história de Gracie e Frankie que depois de quarenta anos de casadas descobrem repentinamente que seus maridos são gays e estão tendo um caso há vinte.

A partir daí começa a série de conflitos mais engraçados que eu já vi na minha vida. Mas não são simplesmente engraçados, são diálogos bem feitos, situações tão inusitadas que a gente esquece até o drama do caso (traição) dos maridos. Até porque a série não se baseia nisso, a série funciona ao redor das duas setentonas "prafrentex."

Elas  namoram, fazem sexo, fumam maconha, tomam porres as onze da manhã e até criam um vibrador e uma empresa Sex Shop. Essa série mudou minha visão sobre a terceira idade. Mesmo que seja ficcional e Grace seja ninguém menos que Jane Fonda toda conservada e até um pouco plastificada, é impossível não mudar alguma coisa da imagem que temos da terceira idade. Até porque as imagens que tenho vêm das minhas duas avós e nem de longe se compara com as cenas que são protagonizadas por essas duas. Elas ficam muito amigas e essa amizade cheia de implicância, pois elas são tão diferentes, é que segura o enredo da série.

É claro que sempre tem alguma coisa que incomoda a gente um pouco em qualquer coisa. No caso da série o que me incomodou foi o silenciamento sobre a existência da bissexualidade. Os maridos são nomeados ou "taxados" o tempo inteiro como gays. Se assumem gays, se auto intitulam gays. Mas óbvio que eles são bissexuais não, é? E não só pelo fato de terem passado quarenta anos casados com mulheres, mas, também pelo de terem laços afetivos, filhos e vida sexual. É notório que houve paixão pelo menos em um dos casais. E esse casal  até tem uma pequena recaída sexual... e eu não vou contar mais nada. Apenas precisava problematizar isso, porque passei as três temporadas engasgada com isso. 



Rafaela Valverde

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Vida aleatória e sem sentido

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A vida é como um filme, ou talvez até uma série. Com vários episódios, uns bons, outros nem tanto. Vai alcançando ápices de conflitos, realizações e conquistas. Mas também há aqueles episódios decepcionantes, em que não acontece nada. E as temporadas sem emoção, sem nada bom. Parece que foram mal escritas. 

Séries são escritas por alguém e não são aleatórias. Seguem uma lógica, ou pelo menos deveriam. A vida já nasce sem lógica. Aleatória e sem sentido como já diria W. Somerset Maugham. Não sei porque nasci, nem quando vou morrer. Só sei que vou morrer em algum momento. E é isso que dá sentido à vida: a certeza de que um dia a morte vai chegar. Isso impulsiona a vivência. Afinal, é preciso aproveitar a vida, antes que tudo acabe e vire um vácuo escuro.

Tantas pessoas nesse mundo. Só em Salvador são quase quatro milhões de pessoas. Mais de sete bilhões no planeta e eu aqui querendo que alguma energia superior olhe por mim. Alguns preferem chamar essa energia de Deus. Eu também, às vezes, mas creio que essa força, essa fé que nos impulsiona a acreditar em alguma coisa está dentro da gente.

Se faz necessário crer em alguma coisa para sobreviver, para não surtar ou entrar em depressão. Daí a gente inventa a fé e inventa Deus. Assim, continuo com o exemplo das séries para ilustrar a vida. A gente precisa acreditar nos roteiristas, nos produtores e atores para compreender e aceitar os destinos dos nossos personagens preferidos. Tendemos a acreditar que os conflitos de cada episódio são a vontade do roteirista, assim como deixamos certas coisas a cargo de Deus, como se fossem seu desejo. E nem sempre temos a comprovação de que isso é realmente verdade. Não temos como comprovar nada. Mas precisamos acreditar. Desesperadamente. Alguma coisa precisa fazer sentido para que possamos aceitar melhor determinados fatos da vida, ou a falta deles.

Aí vem nossos questionamentos sobre a vida, sobre as coisas que a gente consegue ou não na vida, mesmo que peça, mesmo que implore, mesmo que faça promessas. Enquanto isso pessoas ordinárias vivem bradando suas vitórias. A gente começa a se perguntar o que está fazendo de errado e porque simplesmente as coisas não fluem e porque a gente não consegue felicidade, paz e calmaria. É tudo muito injusto e repito: aleatório e sem sentido. Dizem que as energias que lançamos ao universo voltam para a gente exatamente como lançamos, portanto quando ajudamos as pessoas, somos gentis, não fazemos maldade e somos positivos essas coisas deviam retornar para a gente com coisas boas. Mas não é bem isso que acontece. Bom, pelo menos não para mim, pelo menos quase sempre, porque as coisas quase sempre desandam e eu me pergunto diariamente sobre isso.

E por outro lado vejo que pessoas falsas, fofoqueiras, invejosas, mentirosas e com mau caráter se dão bem na vida, ou pelo menos aparentam estar muito bem. Aí eu me pergunto porque a vida não funciona como as séries, filmes, livros, etc., onde os mocinhos se são bem e vivem felizes e os vilões morrem ou vão presos e sempre se dão mal. Como gostaria que a vida fosse uma série.


Rafaela Valverde

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Série Lúcifer

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A série Lúcifer estreou na Fox em 25 de janeiro de 2016 e já está na segunda temporada, que ainda não chegou na Netflix. Criada por  Tom Kapinos em 2015, a série é ambientada em Los Angeles, e se encaixa nos gêneros Drama, Fantasia, Policial.

Cansado de ser julgado no inferno e com tédio, Lúcifer decide vir à Terra conviver com os humanos. Lúcifer Morningstar, (Tom Ellis) como se auto denominou, abre a boate Lux e passa a se divertir em companhia dos moradores da agitada Los Angeles. Ele passa a auxiliar policiais locais a capturar bandidos ao lado da bela policial Chloe Decker (Lauren German).Assim vão acontecendo as aventuras da nova vida de Lúcifer que muda cada vez mais a medida em que se aproxima das pessoas. Até faz terapia. E sempre é interpelado pelo seu irmão Amenadiel (D. B Woodside) para que retorne para casa e às graças do pai.

A série é bastante irônica. Piadas bem feitas e reflexões sobre esse misterioso mundo que se divide entre céu e inferno, bom e ruim (ou não). Eu pelo menos, pensei em muitas coisas sobre a bíblia por exemplo. Coisas que nós, criados com forte interferência cristã, somos levados a acreditar desde cedo, desde a mais tenra infância. Mas será que as coisas são dessa forma mesmo? Não cabe nenhum questionamento? A série traz esses questionamentos o tempo todo. É transgressora. Não está muito aí para as críticas. derruba conceitos pré estabelecidos e ainda vai dar muito pano pra manga. Contando a história do anjo mais bonito e iluminado que se rebelou contra Deus e foi expulso do céu, indo parar no inferno para fazer maldades... Será?


Rafaela Valverde


domingo, 18 de junho de 2017

Série Blindspot


Terminei ontem a primeira temporada da série Blindspot. E gostei muito. A série é americana, estreou em 2015 e foi criada por Martin Gero. O elenco conta com  Jaimie Alexander, Sullivan Stapleton, Rob Brown, entre outros. É uma produção de drama, suspense e ação que ainda está em andamento.

A série traz a história de agentes do FBI que se veem envolvidos em vários casos criminais e de corrupção, a partir de uma mulher, Jane Doe (Jaimie Alexander). com o corpo todo tatuado deixada em uma mala, sem roupas e desmemoriada, em uma das ruas de Nova York. Em uma das tatuagens há o nome do agente Kurt Weller  (Sullivan Stapleton), que logo se sente responsável por proteger a mulher misteriosa.

Assim, diversos casos se desenrolam a partir das tatuagens de Jane. Alguns casos estão em andamento, outros ainda vão acontecer enquanto cada tatuagem é decifrada. A identidade da mulher é revelada, mas nada é o que parece. Até mesmo os flashes de sua memória que vai voltando aos poucos podem não ser exatamente o que todos pensam.

A série é cheia de mistérios e conspirações. Muita ação, drama e suspense compõem os roteiros e as cenas, que são bem construídas e montadas, com boas interpretações. Percebi que algumas peças foram deixadas soltas, o que acredito que serão resolvidas ao longo das próximas temporadas. Uma série bem feita, com boas fotografias da cidade de Nova York e das outras locações. Cenas arrebatadoras, que prendem e deixam a gente com os nervos a flor da pele. Eu gostei bastante da série e recomendo!



Rafaela Valverde

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Livro O leitor


Terminei de ler o livro O leitor. Esse livro originou o filme que deu o Oscar de melhor atriz a Kate Winslet. Inclusive, assisti o filme antes e nem sabia que existia o livro. Descobri há bem pouco tempo. Comprei o livro por dez reais com uma menina que conheci no Facebook em grupos de vendas de livros.

Confesso que demorei de ler o livro, achei ele meio paradão. Meu ritmo de leitura de livros está bem lento, sobretudo por causa da faculdade e por casa das séries hehehe. O livro foi escrito pelo escritor alemão Bernhard Schlink e publicado em 1995. A adaptação para o cinema só foi feita em 2008.

O filme é bastante fiel ao livro. Há muitos detalhes, claro, que no filme não são contados. Essa parte gostei bastante. Alguns detalhes foram esclarecidos com a leitura. A história contada é a de Michael Berg, menino de 15 anos que ao ficar doente conhece a cobradora de bondes Hanna Schmitz, que tinha 36 anos. Eles vivem um caso tórrido de paixão e Hanna pede que o "menino", como ela o chama, leia para ela em voz alta. Muitos livros são lidos, entre uma transa e outra. E assim, o menino vai se descobrindo e amadurecendo.

Alguns anos depois, quando ele já havia se afastado de Hanna e estudante de direito, encontra a mulher que outrora amou, no banco dos réus. Ela havia sido guarda nos campos de concentração do nazismo, vitimando diversas mulheres em um incêndio. Hanna tem um grande segredo e pretende abrir mão de muita coisa para preservá-lo, inclusive da sua liberdade,

Michael narra o livro. E o quadro com que nos deparamos é ele narrando sua própria culpa e tristeza durante toda a sua vida, até o instante em que finaliza o relato. Culpa, saudade, dor, tristeza, saudade. A vida dele inteira girou em torno desse amor de adolescência. Amor por uma mulher incrivelmente misteriosa e fascinante. Leiam!



Rafaela Valverde

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Série Gilmore Girls


Terminei de ver no final de semana a antiga série Gilmore Girls e em seguida assisti os quatro episódios do especial lançado pela Netflix no final do ano passado. Já tinha ouvido falar da série há alguns anos, mas a curiosidade veio mesmo  a partir do Gilmore Girls - Um ano pra recordar. No início do ano comecei a ver os episódios e de cara já gostei do bom humor de Lorerai e da amizade com a filha Rory.

Tal Mãe, Tal Filha como foi traduzida é uma série criada por  Amy Sherman-Palladino que estreou no ano 2000. Estrelada por Lauren Graham e Alexis Bledel, como Lorerai e Rory, teve seu final no ano de 2007. Com sete temporadas, a série teve um grande sucesso, inclusive aqui no Brasil. 

A história de mãe e filha é contada. Lorelai engravidou aos 16 anos e decidiu sair de casa para criar sua filha longe de todos. Mãe solteira, chegou na  pequena cidade fictícia Stars Hollow e  com ajuda de amigos e bastante trabalho começou a criar sua filha. Como são apenas as duas, elas desenvolvem uma parceria e cumplicidade. E foi essa parceria que me chamou atenção na série. E o bom humor de ambas? A piada de uma complementa a da outra. Achei sensacional a química das duas atrizes.

Lorelai não tem um bom relacionamento com seus pais Emily e Richard Gilmore por sempre contestar suas ideias e modo de vida. Os pais são envolvidos em eventos sociais que Lorelai acha fúteis, por isso sempre critica os pais e com isso traz certas alfinetadas ao modo de vida dessas pessoas.

Mas a série é muito mais que isso. Ri horrores durante esses meses que a vi. São ótimas piadas, histórias e personagens bem construídos. Stars Hollow é a comédia em si. Claro que também há drama e especialmente na última temporada e no especial chorei bastante e com certeza entrou no rol de uma das minhas séries preferidas. Amo Gilmore Girls. E essa é minha pequena homenagem.



Rafaela Valverde


sexta-feira, 7 de abril de 2017

Série Orphan Black


Terminei a quarta temporada da série Orphan Black. Já estou esperando a quinta e li em algum lugar que será a última temporada. Sabe, eu até prefiro séries que sejam assim, do que aquelas que ficam enchendo linguiça como Grey's Anatomy já durando mais de dez anos. Enfim, mas essa é outra história. O fato é que Orphan Black vai durar cinco temporadas e já estou na expectativa da quinta.

Mas vamos ao que interessa. Orphan Black foi criada por Graeme Manson, John Fawcett  e estreou em 2013, sendo produzida no EUA e Canadá. É uma fantástica série de Ficção Científica e Suspense. Eu comecei sem muito interesse, só porque ouvia falar muito dela, mas depois foi engrenando e eu amei. Entrou no rol das minhas séries preferidas. Com Tatiana Maslany, Jordan Gavaris, Kevin Hanchard e outros no elenco, a série dá show de interpretação.

Claro que a campeã do show é  a canadense Tatiana Maslany. Eu já havia assistido um filme com ela e já sabia do seu potencial, mas nessa série ela se superou. São 22 clones, cerca de nove personagens que ela encarna ao longo de toda a trama. Todas com olhares, trejeitos, vozes e sotaques diferentes. E mesmo quando duas personagens estão juntas, dá facilmente para imaginar que são duas pessoas diferentes, irmãs gêmeas juntas. Ela é genial e já ganhou diversos prêmios por essas interpretações. 

Eu sinceramente fico fascinada por cada personagem e suas diferenças: Cosima, Sarah, Alison, Katja, Rachel, Helena, Mika, Kristal, Beth. Todas elas são bastante diferentes. Até a forma de andar muda e confesso que essa é uma das coisas que mais me atrai na série. E mesmo em alguns momentos em que alguma clone se passa por outra é genial, pois conserva- se traços da original misturando aos traços da clone imitada. AMEI! 

As questões de ficção científica podem parecer confusas no final da primeira temporada e na segunda, mas a partir da terceira e quarta já ficou mais amarrradinho e próximo do real. É isso. Há mais questões sobre a série que eu gostaria de abordar, mas vou deixar para a quinta e última temporada. Vai ter textão. Se vocês ainda não viram Orphan Black, corram para ver!


Rafaela Valverde

sexta-feira, 24 de março de 2017

Série Merli


Dois professores me indicaram a série Merlí e eu decidi assistir. Está no Netflix e eu não poderia deixar de dar uma espiada. Especialmente por se tratar de uma série catalã, cuja cultura e língua eu ainda não tinha tido contato e por se tratar de educação e filosofia. Merlí estreou na Catalunha em 2015 e a Netflix comprou os direitos de exibição no Brasil e nos EUA.

Só tem a primeira temporada, mas já quero a segunda! Merlí, professor que dá nome a série é um professor de filosofia nada tradicional. Ele chega à escola causando polêmicas com os outros professores e com os alunos que estranham sua forma de ensinar e agir. Desperta o ódio de alguns e o amor de outros. Um outro detalhe da série é que cada episódio é nomeado com um filósofo ou uma vertente filosófica como os peripatéticos. E nesses episódios com nomes de filósofos, as aulas e as histórias têm influências de certas ideias deles. 

Merlí é pai de Bruno, que também é seu aluno. Bruno é gay mas ainda está no armário. E as histórias vão se desenvolvendo a partir dos dramas dos alunos, da personalidade do professor-protagonista Merlí, que não é nada fácil e a partir de ideias filosóficas também. Vários assuntos são abordados, como conflitos entre pais e filhos, divulgação de vídeos íntimos na internet, bullying, homossexualidade, etc.

É uma série muito bacana. Bem produzida, com boas atuações e aquela gostosíssima língua catalã que inclusive estou estudando na faculdade, já que é uma língua românica, advinda do latim hahaha. É isso, gente, eu gostei bastante e recomendo. Para professores e pessoas normais (rsrsrs). Já que é uma série bastante divertida e dá para aprender alguma coisa sobre filosofia. Recomendo!



Rafaela Valverde

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Série Dexter


Terminei essa semana a série Dexter. Já vou logo soltar um spoiler leve. Confesso que fiquei bastante decepcionada com o final. Triste mesmo. Na verdade, o meu bom senso afirma que ela terminou como tinha que terminar, era  a maneira mais coerente da série chegar ao fim. Mas eu fiquei chateada, enfim.

Dexter foi uma série americana de drama/suspense que estreou em 2006 e contou com detalhes a história de Dexter Morgan (Michael C. Hall), um psicopata serial killer que tinha um código de conduta ensinado pelo pai que fora policial. De acordo com esse código, Dexter primeiramente não deveria ser pego e em segundo lugar só devia matar bandidos. Ele deveria ser um tipo de vingador segundo o código de Harry, seu pai.

A história é narrada em Miami, o que é na minha opinião, uma das coisas mais interessantes e originais da série. Quando a gente pensa em Miami, só pensa em praia, férias, colares de flores e dança hula. Ou seja, clichês e mais clichês, ilusões que são quebradas quando aparece a primeira cena de crime sombria na cidade do litoral americano.

O assassino em série também trabalha na polícia, assim como seu pai e sua irmã Debra (Jennifer Carpenter). Mas ele não é policial. Dexter se tornou um perito em padrões de sangue. Ele, óbvio né, é fascinado pelo sangue, suas nuances e desenhos. Sangue é arte. Eu adorei essa série e praticamente a devorei. É divertida. Alguns fios soltos podem ser observados durante o enredo. Por que Dexter nunca é pego apesar de tantas vezes  vacilar, ou deixar algo que provava quem realmente ele era bem evidente? Claro né, se ele fosse pego acabava a série.

Mas não é bem isso que estou querendo dizer. Por exemplo, Debra Morgan, irmã de Dexter, minha personagem preferida - a pessoa mais boca porca de todas as séries e filmes que eu já assisti - foi uma excelente detetive e foi a personagem da série mais próxima do irmão durante as oito temporadas da série. Mas ela nunca, nunca, mas nunca mesmo desconfiou. Mesmo com tantos "moles" que ele dava, mesmo com saídas " a trabalho", mesmo tendo sido criada com ele, etc...

É claro que não vou contar tudo aqui né. Mais uma vez: eu amo essa série! Boas atuações. Especialmente dos protagonistas Dexter e Debra. A série terminou 2013 e sua primeira temporada foi fortemente baseada no livro Darkly Dreaming Dexter de Jeff Lindsay. Voltando ao fato de Dexter nunca ter sido pego, hehehe: ele, além de ser "atlético", como me disse um amigo, ele era um bom perito e sabia como se comportava a mente de psicopatas como ele. Por isso, era mais fácil para ele se desviar dos olhares da polícia... Olha eu ficaria aqui a noite toda falando dessa série. Quem quiser que assista. Recomendo!



Rafaela Valverde


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Série 3%


Terminei de ver a série brasileira 3%. É uma série exclusiva da Netflix com produção e atores brasileiros. Foi lançada no ano passado e a primeira temporada tem 8 episódios. Criada por Cesar Charlone e Pedro Aguilera, a série tem excelentes atores como João Miguel, Bianca Comparato, Michel Gomes.

João Miguel está maravilhoso com sempre. Que ator. Eu nem vou falar dele, vou falar só da série pois João Miguel daria um texto só pra ele. Enfim, 3% é uma série de Drama, Ficção científica, Suspense que foi bastante falada no final do ano passado quando estreou.  Ouvi falarem bem e mal também. Eu gostei bastante, especialmente por ser completamente diferente de tudo que eu já assisti produzido no Brasil. Particularmente, eu curto bastante a dramaturgia e o cinema brasileiros, então para mim foi mais fácil. Apenas não julguei.

Um ambiente futurista é o cenário da série, onde há a separação do mundo em um lugar devastado, o Continente e Maralto, um lugar extremamente moderno e bom de se viver. Todo jovem de vinte anos passa por uma seleção para ir para um bom lugar para "melhorar de vida". Eles passam por duras provas físicas e psicológicas, mas só três por cento desses jovens serão selecionados e poderão sair daquela vida miserável.

A trama que se segue a partir daí é tensa e cheia de suspense. A cada hora você é surpreendido, não se sabe o que vai acontecer no próximo minuto, e  novas histórias sobre os personagens são contadas ao longo dos episódios. Com uma fotografia sóbria e cinza e diálogos bem feitos a série para mim dá conta do recado. Devorei em poucos dias. Recomendo!



Rafaela Valverde

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Grey's Anatomy ♥


Terminei de ver as doze temporadas de Greys Anatomy disponíveis no Netflix. Há muito tempo que ouvia falar dessa série e quando tinha TV por assinatura até dei umas olhadas nela algumas vezes, \ mas alguém me disse: " essa será a melhor série da sua vida." Então fui, relutante, assistir e ver se era isso mesmo.

No início, nos primeiros capítulos da primeira temporada, eu ainda estava meio em dúvida se realmente gostava daquela série alucinante, cheia de casos loucos de medicina. Eu comecei bem devagar inclusive, ainda estava conhecendo os personagens e acabei parando no meio da segunda devido aos tantos afazeres da faculdade.

Mas um belo dia resolvi voltar a ver e fui me encantando aos poucos. Gostei logo de uns personagens de outros não. A série estreou em 2005 e é escrita por Shonda Rhimes, a mesma autora de séries como Scandal e How to Get Away with Murder, ambas que eu adoro. A minha relação hoje com Greys Anatomy é a mesma relação dos outros fãs. Eu adoro essa série. Me emocionei, ri, mas ri muito. Me indignei com algumas atitudes e mortes de alguns personagens.

E tem Cristina Yang. É um caso à parte. Eu e todos que eu conheço amam Yang. Ela é sem dúvida, a melhor personagem da série. A amizade dela com Meredith, a protagonista chatinha e metida a suicida é marcante e o bordão: "você é a minha pessoa" entrou para a minha história e para uma amizade que eu tenho hoje.

Foram casos estranhos, cenas bizarras e ficcionais. Teve gente envolvida com pedra, teve gente atravessa com um ferro no meio do corpo, explosão, afogamento, acidentes de carro, quedas de avião, transplantes, sexo... Muito sexo. Como as pessoas se pegavam dentro do hospital. Um outro destaque que eu quero dar para Grey's é em relação ao destaque que é dado aos personagens negros, que geralmente são médicos respeitados e chefes.  Enfim, cada  personagem é fofo e bem feito. Eu amo essa série.




Rafaela Valverde

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Easy


Assisti nesse final de semana a primeira temporada da série Easy, série original da Netflix. Composta de oito episódios, a série estreou em setembro e traz de forma antológica, personagens e episódios diferenciados e nem sempre conectados. Exceto por um detalhe ou outro, um personagem ou outro. A cidade em comum é Chicago. É lá que as câmeras livres e meio caseiras registram histórias divertidas e reflexivas.

Mas também há cenas e episódios meio maçantes. Apesar de eles durarem apenas cerca de 30 minutos, não dando muito tempo para se sentir entediado. Em alguns momentos eu senti uma identificação da série com uma outra que eu estou assistindo que é Black Mirror, uma série inglesa também com personagens e episódios diferentes. Vamos dizer que Easy seja uma Black Mirror dos pobres... rsrsrs

Mas Easy, que é dirigida por Joe Swanberg trata mais de relacionamentos interpessoais, apesar de haver algo  de relacionamento com a tecnologia e Black Mirror também tratar, além da tecnologia, das relações entre as pessoas. Mas sobre a série inglesa eu falo depois. O texto aqui é para Easy que traz temas modernos e polêmicos como exposição na mídia, diferença entre gêneros, aplicativos para transar, veganismo, homossexualidade etc.

Eu gostei da série. É bem feita e tem bons atores. Em um dos episódios há a presença de Orlando Bloom, famoso ator de Hollywood. E antes que eu esqueça de falar, há em Easy, um tratamento especial ao sexo. Cenas diferentes de sexo. Casais héteros, um casal de mulheres, mulher com o amigo do marido... É tudo bem quente. Que fique claro que foi o que eu mais gostei. Hahaha


Rafaela Valverde

terça-feira, 1 de novembro de 2016

How to Get Away with Murder


Terminei de ver a segunda temporada de How to Get Away with Murder que é a que está no Netflix. Mas já está na terceira temporada. É uma série de drama e suspense e tem nada menos que Shonda Rhimes como produtora executiva. A mesma criadora de Scandal e Grey's Anatomy.

É uma série boa e meio sem pé nem cabeça assim como Scandal. Não vou dizer porque eu acho sem pé nem cabeça, mas é uma série que têm muitos crimes e advogados, assim como Scandal. Salvaguardadas as semelhanças, as séries são diferentes no final das contas.

A protagonista, assim como em Scandal é uma mulher negra e forte.  Isso para mim conta pontos para a série. Gosto de mulheres protagonistas. Gosto de mulheres negras  fortes protagonistas.  Viola Davis é brilhante. Seus pupilos idolatram a personagem Annalize. 

A série começou em 2014 e tem alcançado bons números e bons seguidores e fãs. Eu gosto. Acho Viola uma atriz maravilhosa e gosto de olhar para ela. Ela poderia estar calada durante toda a série, só precisava olhar e manter sua expressão corporal e facial, já seria boa atriz!

Recomendo!


Rafaela Valverde

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Agradecer!!!


Eu não tenho do que me queixar. Estou na UFBA, onde sempre quis estar, apesar dos pesares. Sou bolsista de iniciação científica. Isso não foi possível para mim nos dois anos em que estive na UNEB. Lá não houve tantas oportunidades desse tipo. Eu acredito na pesquisa. É um dos pilares da universidade e conta pontos para seleção no mestrado, um dos meus maiores sonhos.

Com essa bolsa eu posso me dedicar um pouco mais aos estudos e à pesquisa ao invés de apenas estudar para me formar e trabalhar para manter a graduação e conciliar tudo. Além disso, eu tenho poucos e bons amigos ao meu lado, tenho uma família incrível que me ama e me ajuda. Tenho uma coisa que eu acho que pode ser um dom, que é o dom da escrita e sei que escrevo bem.

Posso, apesar da crise, pagar e comprar algumas coisas como por exemplo a Netflix que me proporciona tantas séries e filmes bons, como Grey's Anatomy, House of Cards e outras que eu amo e me emociono. Me ajudam a escapar da minha rotina louca. Enfim, tenho auto estima e tenho algumas coisas que sempre quis. Inclusive paz.

E de pensar que há poucos meses eu queria morrer todo dia. Não tinha vontade e alegria de nada. Mas hoje eu estou bem e preciso muito agradecer. Por mais que eu agradeça todo dia ainda não é suficiente. E ainda há meu querido Cássio, meu namorado. Uma surpresa que apareceu esse ano e uma das quais eu me sinto mais grata. Uma nova paixão, mas uma amizade das antigas. Sim, eu conheço Cássio desde 2004 quando começamos o ensino médio. Meio que éramos amigos, e meio que rolou uns beijos não muito legais, mas não havíamos nos visto ou nos falado nos últimos anos. A não ser por uns contatos esporádicos pelo Facebook e num grupo da turma no WhatsApp. Mas um belo dia nos reencontramos...O beijo melhorou! rsrsrs Essa história eu conto depois. O que quero dizer é que depois de tanta dor hoje eu sou feliz e sou muito grata!



Rafaela Valverde

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Suits


Terminei a quinta temporada da série Suits. É uma série americana criada e escrita por Aaron Korsh. Estreou em 2011 trazendo a história de uma grande empresa de advocacia em Nova Iorque, chefiada por Jessica Pearson (Gina Torres). A série começa com a narrativa da vida de Mike Ross (Patrick J. Adams) que vive uma vida errante e já foi expulso da faculdade de direito.

Ainda assim, Harvey Specter (Gabriel Macht) o contrata para a firma, depois e Mike ter ido parar por engano na entrevista. E daí a trama passa a desenrolar, a partir da contratação de Mike. A firma só contrata jovens de Harvard mas nem todos os jovens associados tem os requisitos de Mike que conta com uma memória fotográfica e sabe muito da profissão.

É uma trama interessante. Com doses de humor e drama. Estreou esse ano a sexta temporada, mas na netflix só tem até a quinta. E já há confirmação para a sétima em 2017. A série faz um enorme sucesso e os atores já ganharam prêmios. Quem me indicou inclusive foi uma estudante de direito. O povo de direito curte bastante e eu adoro essa série. E ainda tem o o gostosão do  Gabriel Macht  e a maravilhosa Sarah Rafferty que interpreta a secretária incrível Donna Paulsen.

Que essa série tenha ainda muitas temporadass, porque eu com certeza vou assistir. Recomendo!



Rafaela Valverde

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Scandal


Terminei a quinta temporada da  série Scandal. É uma série dramática norte-americana. Passada em Washington, D.C, com grande foco na Casa Branca e na vida do presidente mais poderoso do mundo. Os bastidores da política americana são retratados com muita emoção e para quem não conhece os pormenores da política americana pode ser bastante útil. 

A série é de Shonda Rhimes a mesma criadora de Greys Anatomy, série de grande sucesso. E a primeira temporada foi lançada no país em 2012. Estrelada por Kerry Washington no papel de Olívia Pope, a série é inspirada na ex assessora de imprensa da Casa Branca durante o governo de George Bush: Judy Smith.

Olívia Pope agora trabalha na OPA. Olívia Pope Associados que é uma empresa que resolve problemas. Como a própria Olívia afirma é a melhor coisa que ela sabe fazer. É o que ela faz melhor: resolver problemas e "limpar a barra" de clientes que nem sempre são tão inocentes assim.

Vi algumas críticas à série na internet e em algumas coisas eu concordo. Há uma série de incoerências e histórias mal contadas na série. Um jogo perigoso é jogado o tempo todo, b613, Comando, espionagem, terrorismo, assassinatos, suspense... Mas a protagonista tem muitas oportunidades de resolver coisas e não resolve. Ela é meio inútil em alguns momentos.

Ela é egoísta e chata. Aquelas caras e bocas junto com os suspiros pelo presidente são irritantes. Eu acho maravilhoso uma mulher negra protagonista, mas a personagem não ajuda. Ela é arrogante e só pensa nela. Quase tudo o que ela faz é por ela mesma e não para ajudar as pessoas como ela mesmo fala. Mas apesar de Olívia, eu adoro essa série. Ela é alucinante, não dá para parar de assistir.

Agora é esperar o ano que vem para chegar a sexta temporada na netflix. Sem falar que há outros personagens memoráveis como Cyrus, Mellie, Abby, Huck, Rowan... Os outros personagens e/ ou as tramas paralelas ajudam a prender a gente na frente da tela e não desgrudar nem um minuto. É muito boa e quem gostar de suspense e tramas alucinantes assista! Recomendo.


Rafaela Valverde 

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Série Gossip Girl

Imagem da internet
Terminei há alguns dias de assistir a série Gossip Girl, A garota do blog que se passou em Nova York e que teve seu início em 2007. Época em que eu ainda estava na escola, mal tinha um computador e ainda não existia netflix, não que eu saiba. Nessa época, a série passava em TV fechada, algo que eu só fui ter anos depois.

Por isso só vim ver a série agora, de forma retardatária. A série foi baseada nos livros homônimos lançados nos EUA um pouco antes. Teve seis temporadas, terminando em 2012. Claro que eu já ouvia falar bastante nessa série, principalmente através das revistas que eu lia. No ano passado um ex colega de trabalho, sabendo que eu era blogueira, sugeriu que eu assistisse a série então comecei a ver em maio.

Gossip girl nada mais é que uma série que relata a vida de estudantes ricos do Uper East Side, Manhattan. Seus conflitos, seus dramas e intimidades eram investigados e narrados pela garota do blog, uma página de fofoca que espalhava boatos, ou não sobre os jovens. Esses jovens não eram lá esses santos também e sempre davam assunto para o blog.

Gostei bastante da série, havia muitas filmagens externas pelas ruas da cidade. Outras cidades e países também foram filmados, como Paris. Os jovens atores eram bons apesar de estarem começando e tinha moda, muita moda; pessoas bonitas, casais... Tudo que a gente gosta! Enfim, apesar de não ser mais uma adolescente eu curti muito a série que trata de muitos assuntos diferentes, como desigualdades, poder e dinheiro, drogas etc.


É isso, beijinhos, Garota do Blog!  hehehe



Rafaela Valverde

terça-feira, 28 de junho de 2016

Orange Is the News is Black - Quarta temporada (Spoiler)

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Durante o final de semana terminei de ver a quarta temporada de Orange is the News Black, série já bastante conhecida de todos, mas que surpreendeu muito nessa última temporada que foi lançada no último dia 17/06. Assisti aos pouquinhos para não terminar tão rápido. Fui saboreando as pequenas doses da série que esteve muito mais pesada nessa temporada.

Agora sim foi possível perceber que era um série que se passava dentro de um presídio. Mais cruel, mais violenta, abuso de autoridade e outras questões estiveram presentes a cada episódio. Confesso que senti que acabou rápido, apesar de eu ter visto devagar. Na madrugada de domingo eu vi o penúltimo e o último episódio e esses dois foram emocionantes, de cortar o coração.

Chorava sem nem sentir, as lágrimas desciam enquanto eu vislumbrava o que para muitos se tratam apenas de uma obra de ficção, mas que para mim é a representação da vida real. Os diálogos estavam emocionantes e emocionados, algumas cenas passaram uma tensão incrível e como todos já sabem houve a morte de uma personagem muito querida da maioria das pessoas que acompanham a série.

O último episódio terminou com uma grande tensão em suspenso, pois só será concluída na quinta temporada que estreia no ano que vem. Fiz um pequeno relato de como estava me sentindo sobre essa quarta temporada e sobre essa morte no Facebook e para mim ficam duas lições principais: a vida é muita curta e é necessário vivê-la intensamente. Ela, a vida, pode acabar de repente. A segunda lição, é que apesar de sermos diferentes, somos também iguais, pois somos seres humanos. Que venha OITNB em 2017!



Rafaela Valverde

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Jessica Jones ♥

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Jessica Jones é uma heroína da Marvel. Ela veio de um quadrinho dos EUA, publicado pela Marvel Comics e agora ganha mais vida em uma série da Netflix que estreou em 2015. Jessica Jones é interpretada pela atriz e ex modelo Krysten Ritter e criada por Melissa Rosenberg. É uma série dramática, de fantasia e policial.

A série começa com Jessica tentando viver uma nova vida após o que parece ser um grande trauma e assim ela passa a ser investigadora particular na sua própria agência  Alias Investigations. Ela trabalha e tenta esconder seus poderes e se esconder de um antigo vilão que a atormentava. Zebediah Kilgrave (David Tennant) um dia aparece e os pesadelos de Jessica retornam.

A vida de Jessica passa a ficar rodeada de acontecimentos macabros que ela sabe que são causadas pelo vilão Kilgrave. A morte de uns clientes da sua agência é o ponto de partida para a corrida contra Kilgrave e assim salvar uma "inocente" da cadeia. A série é alucinante, com cenas tensas, violentas e fantásticas.

A personagem principal é maravilhosa e eu estou apaixonada por ela. Ela é politicamente incorreta, fala palavrões, bate em homens e para mim é um símbolo de representatividade feminina. É uma feminista e mostra que mulher pode tudo, inclusive beber que nem uma esponja. É o que Jessica faz, o que mostra também que mulher bebe e pode beber o quanto ela quiser. A série tem um grande discurso feminista pois fala de dominação masculina, relacionamentos abusivos, entre outros assuntos similares.

A série ainda está na primeira temporada que estreou em novembro do ano passado e tem 13 episódios. Faz um sucesso enorme  e ganhou um Prêmio Peabody, que é um prêmio anual americano que premia mídias no país. Para mim é maravilhosa, uma das melhores séries que vi nos últimos tempos, estou simplesmente viciada e aficionada com Jessica. Fora que Krysten é linda e que cabelo! Fico babando. Recomendo.



Rafaela Valverde


quarta-feira, 20 de abril de 2016

O que odeio...

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Odeio esperar
Odeio que me deixem falando sozinha
Odeio fazer o que eu não estou afim
Odeio que andem devagar na minha frente
Odeio andar em passarelas
Odeio que não prestem atenção no que estou falando
Odeio andar devagar
Odeio ser interrompida quando estou assistindo filme ou série
Odeio que digam coisas inverídicas e injustas sobre mim
Odeio que julguem sem conhecer
Odeio que falem as coisas sem saber
Odeio que discutam comigo quando eu tenho certeza que estou certa
Odeio que desperdicem água
Odeio que falem alto e arrastem chinelo enquanto anda
Odeio que batam e humilhem crianças na minha frente
Odeio quem maltrata animais
Odeio filas
Odeio ser interrompida em minhas leituras
Odeio falar ou fazer qualquer outra atividade enquanto como
Odeio ficar muito tempo sem comer
Odeio não dormir e ficar cansada o dia todo por causa disso
Odeio ser acordada
Odeio que se metam na minha vida
Odeio fofoca
Odeio que mexam nas minhas coisas
Odeio emprestar minhas coisas
Odeio que me ignorem
Odeio indiferença
Odeio inveja e maldade
Odeio ser mal atendida
...

Continua...



Rafaela Valverde
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